quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

APP SINDICATO: PERGUNTAR OFENDE?

Por: Edi de Freitas

Diante do ocorrido na última eleição da NS APP – TOLEDO, o examinador traz aos mestres do PARANÁ, alguns questionamentos pertinentes.
Porque os membros da APP SINDICATO estadual quiseram recontar, depois de alguns dias da eleição, os votos, mesmo NÃO EXISTINDO nenhum artigo no estatuto que prevê esta manobra?

???

"Vale lembrar que a comissão eleitoral e o candidato a presidente da chapa um que foi derrotado nas urnas, assinou a ata e reconheceu que a chapa dois venceu as eleições."

“Para garantir que a vontade da maioria dos professores do NS - TOLEDO prevalecesse, a chapa que saiu VITORIOSA das urnas, teve que entrar com um pedido de segurança impedindo este desmando da PRESIDENTA Marlei Fernandes e conseguiu a liminar”
Porque a Presidente estadual da APP SINDICATO, Marlei Fernandes, entrou com ação judicial contra os integrantes da chapa vencedora em Toledo? Porque usou e usa toda estrutura do sindicato, contra os Professores que integram esta chapa?
- Segundo alguns membros da APP estadual é para “defender” o sindicato! (Defender de quem e do quê? Será que estes professores são malvados? São ladrões? Ou o quê?
Pasmem senhores! O advogado que representa a DIRETORIA da APP contra os mui dignos mestres, é pago com o dinheiro dos mesmos mestres que estão sendo processados!!!
É a coisa está preta!!!
Porque afirmam que quem entrou com ação impedindo a recontagem dos votos foi a Conlutas/PSTU?

???

O blog O EXAMINADOR entrou em contato com um dos integrantes da chapa VITORIOSA em Toledo e descobriu que dos 17 integrantes apenas quatro são filiados a Partidos políticos, segundo Luciano E. Palagano, os integrantes que são filiados a partidos políticos são: Artêmio Ten Caten (PT), Jaime Farherr (PSTU), Luciano E. Palagano (PSOL), Maicon Palacano (PSOL).
Os outros 13 integrantes não são filiados a nenhum partido político.
Porque o processo que a Presidenta Marlei e sua equipe moveram contra os seus representados tem quer ser pago pelos integrantes da chapa dois?
???
O que tem no núcleo sindical de Toledo que a chapa VENCEDORA não pode assumir?
???
Porque a Janeslei Janes - Secretaria de Formação Política Sindical da APP - AFIRMOU em seu Facebook que só apóia professores que tem história de luta com a Educação? Sendo que os professores que querem entrar na história foram impedidos de assumir!
Porque a chapa vencedora não tem direito de utilizar o site, a TVAPP e a estrutura para se defender das acusações e insinuações da Equipe da APP Estadual?

Para aqueles que têm compromisso com a verdade, DIVULGUE OS DESMANDOS E APÓIE OS DIGNOS PROFESSORES QUE VENCERAM A ELEIÇÃO EM TOLEDO...
ABRAÇOS...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

APP DE TOLEDO FICA SEM DIREÇÃO

A APP-Sindicato,  representada por  sua presidente estadual,  entrou na  justiça para  impedir a
posse da chapa 2 de Toledo. Obteve uma liminar impedindo a posse. Usam a estrutura do sindicato
para  recurso  da  chapa  1  e  ainda  requer  que  os  sindicalizados  da  chapa  2  paguem  as  custas  e
honorários do processo. Usam advogado do sindicato contra trabalhadores sindicalizados que apenas
exerceram o direito legítimo de disputar uma eleição! A estrutura sindical da APP deve servir aos
interesses coletivos dos sindicalizados e não à chapa 1. Será que o próximo passo é nomear um
interventor ou prorrogar o mandato da  chapa 1 que  foi derrotada nas urnas? Ou,  depois de
derrotados, irão anular a eleição? Quais serão os limites da “democracia” desse pessoal?
A  APP-Sindicato/Núcleo  de  Toledo  vive
uma situação atípica. Encerrou o mandato da atual
diretoria, a qual concorreu a reeleição como chapa
1 e perdeu as eleições para a chapa 2. Porém, não
houve  posse  dos  vencedores  das  eleições.  Na
eleição do dia 22 de  setembro, a chapa 2  regional
venceu  com  458  votos,  contra  451  da  chapa  1.
Durante  a  apuração  dos  votos,  a  chapa  1  não
questionou  o  resultado  da  eleição.  Isso  está
registrado na ata da apuração, assinada pelo ex-
presidente  da  APP  e  pelo  então  presidente  da
comissão eleitoral regional, fato este acompanhado
pelo então candidato a presidente pela chapa 1.
Somente  depois  de  quatro  dias,  a  chapa  1
recorreu  questionando  o  resultado  para  a  direção
do  N.S.  de  Toledo.  Recorreu  fora  do  prazo  do
Estatuto  e  do  regimento  eleitoral  da  APP.  Esse
desrespeito  ao  estatuto  e  ao  regimento  teve  o
amparo da comissão eleitoral estadual que aprovou
a  recontagem  dos  votos  solicitada  pela  chapa  1.
Nós,  da  chapa  2,  obtivemos  uma  liminar  na
justiça  para  impedir  essa  recontagem  que  seria
realizada no dia 04 de outubro.
  alguns  dias,  em  nome  da  suposta
democracia, atacaram a chapa 2 com um panfleto e
visitas  a  escolas. Procuraram distorcer  os  fatos para
tentar  dar  legitimidade  ao  seu  recurso  eleitoral.  É
estranho que agora a direção da APP  faça visitas às
escolas!  E  ainda  acompanhada  por  membros  da
direção  estadual,  que  usaram  sua  liberação  sindical
unicamente  para  ir  às  escolas  atacar  a  chapa  2,
quando deveriam estar a serviço da categoria.

A principal alegação da chapa 1 para pedir a
recontagem,  é  buscar  a  contagem  de  votos  em
separado que não foram contados no dia da apuração.
Agora  afirmam  que  estas  pessoas  estariam  em  dia
com a contribuição da APP. Porém, no dia da eleição
não  estavam  em  dia,  tanto  que  os  votos  foram
tomados  em  separado.  E  na  hora  da  apuração  foi
consultado o sistema da APP e verificou-se que estas
pessoas  não  estavam  em  dia.  O  regimento  das
eleições afirma no artigo 15: “Será considerado apto
a votar nas eleições o integrante da categoria que se
filiar até o dia 24 (vinte e quatro) de junho de 2011 e
que estiver em dia com as mensalidades sindicais no
dia das eleições. (Art. 136 do estatuto)”. Portanto, se
na  data  da  eleição  não  estavam  em  dia  com  as
mensalidades,  esses  votos  não  devem  ser  contados.
Assim,  a  chapa  1  tenta  descumprir  o  regimento
eleitoral duas vezes: uma por recorrer fora do prazo e
outra  por  querer  contar  votos  que  não  estavam  em
dia  com  a  sindicalização.  Por  que  não  querem
seguir  o  regimento?  O  regimento    deve  ser
seguido quando convém a eles?
E  agora?  Como  fica  o  Núcleo  Sindical  de
Toledo? Sem diretoria? Vai  fechar após  inaugurar
sua  sede  nova?  Vão  manter  uma  diretoria  que
venceu  seu  mandato  à  frente  do  sindicato?  Será
que vão  tentar  realizar nova eleição, passando por
cima  de  estatuto,  regimento  e  da  vontade  da
categoria? Ou nomearão um interventor? Porque os
legítimos eleitos não assumem?
Não podemos aceitar esse golpe na eleição de
Toledo.  Divulgue  pela  internet,  nas  escolas,  nos
congressos da APP. Acesse appdeluta.blogspot.com
Uma questão está ficando evidente neste processo todo. Ao que tudo indica a chapa 1 derrotada e
a direção estadual reeleita e já empossada tomaram uma decisão:  a chapa 2 eleita no Núcleo Sindical de
Toledo não pode tomar posse, custe o que custar. POR QUE SERÁ? Isso dá o que pensar!
Tudo  isso  também demonstra os métodos antidemocráticos da direção estadual da APP e de
alguns membros da chapa 1 regional. Métodos  típicos de dirigentes que se atrelaram ao governo e,
em alguns casos, estão há 15 ou 20 anos afastados da escola.
CHAPA 2 – “APP DE LUTA E PELA BASE”. Eleita para o núcleo sindical da APP de Toledo e
até o momento impedida de assumir.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Aborto: o “silêncio dos inocentes” que não nasceram!

Por: Pr DILMÃ CERQUEIRA

O aborto continua no topo das discussões políticas no Brasil. É um tema que merece toda a nossa atenção e posicionamento com respaldo ético, social e principalmente bíblico.

A palavra aborto vem do latim, abortum, do verbo abortare, com o significado de “pôr-se o sol, desaparecer no horizonte e, daí, morrer, perecer”. Na Bíblia, o termo e seus cognatos aparecem em Jó 3.16 e Sl 58.8 etc. Segundo o Grande Dicionário de Medicina, aborto “é a expulsão espontânea ou provocada do feto antes do sexto mês de gestação, isto é, antes que o feto possa sobreviver fora do organismo materno...”.

Como pastor, advogado e psicanalista clínico, sou contra o aborto e a favor da vida, com fundamentos na fé cristã, ciência e aspectos éticos e jurídicos.
A vida começa com a fecundação. O embrião é um ser humano em fase de crescimento tanto quanto um bebê, criança ou adolescente. Na Bíblia, aprendemos que Deus é o autor da vida. Ele forma o nosso interior e nos tece no ventre da nossa mãe. Deus nos forma de maneira maravilhosa. (Sl 139.15,16). A Bíblia fala do ser antes de nascer: Sl 51.5 e Jó 10.10.

Todos esses textos bíblicos e muitos outros indicam que Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real, ou seja, entre uma criança ainda não nascida no ventre materno em qualquer o estágio e um recém-nascido ou uma criança. As Escrituras pressupõem a continuidade de uma pessoa, desde a concepção até o ser adulto. Não há qualquer palavra especial utilizada para descrever o ainda não nascido que permita distingui-lo de um recém-nascido, no tocante a ser e com referência a seu valor pessoal.
O próprio Deus relaciona-se com pessoas ainda não nascidas. No Sl 139.16, o salmista diz com referência a Deus: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe”. O autor utiliza a palavra golem, traduzida como “substância”, para descrever a si mesmo enquanto no ventre materno. Ele utiliza esse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele, mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário, o estado antes do feto estar “formado”.
Sabemos hoje que o embrião é “informe” durante apenas quatro ou cinco semanas. Mesmo nessa fase, Deus se importa com a criança (Sl 139.13-16). Outros textos da Bíblia também indicam que Deus se relaciona com o feto como pessoa: Jó 31.15, 10.8,11 e Sl 78.5-6.

Além desses, outros versículos (Jr 1.5; Gl 1.15, 16; Is 49.1,5) demonstram que Deus enxerga os que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas. Não há outra conclusão possível. Precisamos concordar com o teólogo John Frame: “Não há nada nas Escrituras que possa sugerir, ainda que remotamente, que uma criança ainda não nascida seja qualquer coisa menos que uma pessoa humana, a partir do momento da concepção”.

Precisamos concluir que esses textos das Escrituras demonstram que a vida humana pertence a Deus, e não a nós e, por isso, proíbem o aborto. Quer queiram quer não, a lei de Deus é enfaticamente clara: “Não matarás” (Ex 20.13). Deus é o autor da vida e só ele tem autoridade para tirá-la (1 Sm 2.6). Muitos, infelizmente, querem justificar o aborto como necessário para evitar ou solucionar problemas de ordem econômica ou social: fome, desemprego, baixo salário, moradia; motivos subjetivos da gestante (exemplo: gravidez indesejada), e outros.

O aborto é um assassinato. Será que a morte pode ser solução para os problemas da vida? A legalização do aborto é criar opção onde não existe opção. A não ser que se admita a opção do absurdo.

O Código Penal Brasileiro, em dois incisos do artigo 128, prevê que médicos podem praticar o aborto em apenas dois casos: I) se não houver outra maneira de salvar a vida da mulher grávida; II) quando a gravidez é consequência de estupro e a mulher concorda em fazê-lo - ou, se for menor, tem autorização de seu responsável para isso.
A legalização ou descriminalização do aborto é uma declaração de insanidade e incompetência de uma sociedade que faliu e desistiu de lutar pela vida. Que trata problemas a partir das consequências e não das causas.
Provocar o aborto é matar um ser indefeso, incapaz de se proteger. É um assassinato com requintes de crueldade, pois não raro, a criança em formação é envenenada, esquartejada e sugada do ventre como uma verruga pestilenta e indesejável. Se os milhões de crianças que não chegaram a nascer pudessem gritar aos ouvidos do mundo, ficaríamos estarrecidos com as vozes daqueles inocentes que não puderam nascer.

O aborto não é menos perverso do que o Holocausto, onde seis milhões de judeus foram mortos nos campos de concentração e nos paredões de fuzilamento. É preciso que o poder público, com a participação das instituições religiosas e privadas, além da sociedade em geral, invista em educação de qualidade e crie políticas públicas de assistência materno-infantil, orientação aos adolescentes, às mulheres e às famílias, a fim de que elas tenham melhores oportunidades de estudo e de desenvolverem-se no futuro.

A legalização da prática de abortos será um retrocesso da saúde pública, que, ao invés de investir na qualidade de vida da população, passaria a reproduzir uma cultura de incentivo à morte e à violência.
Seria muito mais humano e econômico o poder público investir em qualidade de vida e melhor assistência à saúde do que investir contra o ser humano indefeso. Seria como eliminar a pobreza por meio da eliminação dos pobres, assim como não se pode eliminar a violência de uma gravidez indesejada mediante outra forma de violência, como é o aborto. A nossa sociedade tem sido, nos últimos tempos, marcada por manifestações de grande contradição.
A ciência genética abre novas esperanças à qualidade de vida tão palpitante, cheia de beleza e oportunidades de fazer coisas, criar, enriquecer a família, o país, o mundo, o cosmos. De um lado, anuncia-se com júbilo o resgate de sobreviventes, depois de vários dias soterrados nos escombros de uma tragédia e noticia-se, com alegria, a descoberta de um bebê abandonado, mas simultaneamente ressuscita-se uma campanha a favor da legalização do aborto.

Salvam-se animais, florestas, e querem legalizar a matança de crianças. Alguma vez alguém sabe quem está a ser liquidado?!... Pode ser um novo Mozart, Beethoven, Einstein, Lula, Dilma, Alencar, Marina, Pelé, Ronaldo, pode ser o mais simples dos seres. A consequência do descumprimento das leis humanas é temporal, mas na desobediência à Lei de Deus, suas consequências são eternas. Lutemos contra isso!
Em: http://www.batista.org.br

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ELEIÇÃO DA APP SINDICATO -TOLEDO. SERÁ GOLPE?

Onde tudo começou...

Olá,
Devido a necessidade de termos canais abertos a questionamentos de ordem social é que surge o BLOG O EXAMINADOR.
Faremos deste espaço, um local de discussão dos problemas políticos e sociais da nossa NAÇÃO.
Acreditando que JUNTOS NÓS PODEMOS mudar os rumos de nosso BRASIL, faremos aqui discussões e debates referentes a todas as entidade públicas, sindicais e sociais (de interesse público).
Aqui deixamos nosso convite: VAMOS JUNTOS?